quinta-feira, 6 de setembro de 2012

amor oposto


                                CAPITULO 14 AMOR OPOSTO
        - Arthur – gritei por causa do som auto ele não desgrudava a boca da garota aquilo me deu náuseas  – Arthur - gritei mais auto mais nada dele se virar pra mim  então resolvi ser mais rápida não queria mais ficar ali vendo aquilo – Arthur olha pra mim – gritei o virando pra mim ele estava com um sorriso malicioso nos olhos mais logo que mi viu ele mudou sua expressão pra raiva de certa percebe que ele estava bêbado.
         - oque você ta fazendo aqui garota? - perguntou com a raiva exposta em sua voz.
         - preciso falar com você - falei triste pelo modo em que ele mi olhava.
         - você não mi disse pra ti deixa em paz garota? então é oque eu to fazendo, agora mi deixa em paz também vaza daqui - falou si virando pra ruiva e voltando a beijá-la – ta isso fez com que minha tristeza se tornasse raiva.
          - Aguiar - gritei.
          - oque foi garota soma daqui – gritou parando de beija a ruiva e se virando pra mim.
           - não antes de falar com você eu vi aqui pra ti fazer uma pergunta é não vou embora sem uma resposta – gritei  mostrando que eu tava decidida a consegui oque eu queria ele apenas soltou um suspiro pesado e si virou pra ruiva.
            - depois agente termina oque começamos ta gatinha – falou dando um selinho nela aquilo mi deu mais vontade de chorar ainda ele se virou pra mim com uma raiva absurda nos olhos – e você vem comigo – segurou em meu braço com força e mi puxou pra fora da boate.
             - mi larga você ta mi machucando – falei logo que estávamos do lado de fora da casa- ele largou o meu braço com brutalidade eu apenas mi encolhi e pus a alisar meu braço que ele havia apertado.
              - oque você quer?- perguntou com frieza.
              - a minha pulseira eu quero saber si você ta com ela- perguntei levantando minha cabeça e o olhando a sua expressão mudou rapidamente era fúria misturado com raiva, tristeza.
              - ata a pulseirinha que o seu namorado deu – falou com ironia.
              - você ta com ela você viu ela? – perguntei soltando meus braços e indo mais pra perto dele.
              - você não presta mesmo ne garota? - disse com desdém se afastando de mim– tendo namorado e fica vindo atrás de mim- eu tenho nojo de você.
               - o que?- eu não sabia oque estava acontecendo e ele dizer aquilo fez com que minhas pernas fraquejarem e meus olhos já estavam ficando marejados por causa das lagrimas.
               - é eu já devia saber que você era mesmo como todas as outras um lixo – disse quase cuspindo em minha cara ta aquilo já tava indo longe de mais ele não tinha o direito de falar aquilo comigo eu não fiz nada Ca ralho.
               - cala a boca Aguiar - gritei com fúria fechei meus olhos com forças deixando que as lagrimas caíssem apertei meus punhos tentando controlar a  fúria que estavam se formando dentro de mim.
              - oque não aceita que ti dizem a verdade luinha – falou com ironia – você não passa de uma vadia –  aquilo fez com que todos os meus limites  fosse por água abaixo e toda a fúria que estava em  meu corpo  foi para a minha mão é sem calcular os meus atos meti um tapa na cara dele fazendo com que ele virasse a cara apenas mi virei e corri até a rua dei sorte que uma taxi estava passando ali não conseguia ficar mais um minuto perto dele entrei no carro é disse entre soluços o endereço da minha casa fui o caminho todo encolhida no carro e chorando feito uma criança, o motorista mi perguntou varias vezes se eu estava sentido algo se eu queria uma água mais eu sempre negava com a cabeça não tinha forças nem pra falar. Já era 9 da noite quando chequei em casa dei graças a deus por ninguém ter mi visto daquele jeito fui direto pro meu quarto e mi deitei com  os sapatos e tudo e mi pus a chorar encolhida na cama pensando em tudo que havia acontecido por que o Arthur havia mi tratado daquela maneira, mi encolhi mais ainda contra meu corpo e quando minhas lagrimas já haviam secado e eu não tinha mais nem forças para dar se quer um suspiro minhas pálpebras pesaram e então eu adormeci entre soluços.
  CONTINUA...

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